Correndo Descalço

http://pes-descalcos.org/run

Nome:
Local: Belo Horizonte, MG, Brazil

Conheça também o site sobre Corrida Descalça:
http://pes-descalcos.org/run

Segunda-feira, Maio 07, 2012

Dia Internacional da Corrida Descalça 2012 - Capítulo Belo Horizonte

Ocorreu no Marco Zero da Lagoa da Pampulha as 8:30h do dia 06/05/2012.
Eis o vídeo do evento:

Terça-feira, Maio 01, 2012

Maratona Linha Verde Hackeada em 3h40m33s - 29/04/2012

FATOS RÁPIDOS:
Horário: 6:30h
Temperatura na largada: 23 Celsius
Temperatura na chegada: 32 Celsius
Tempo líquido: 3:40:33
Colocação masculino: 85/574
Colocação faixa etária M4549: 10/176

Em janeiro me inscrevi nesta maratona. Ela seria a primeira maratona de Belo Horizonte depois de 20 anos. Entretanto não estava animado a seguir planilhas de treino para maratona. Na época pensei: "se não me sentir bem paro no Km 28", já que o percurso cruza a chegada neste ponto.
Meu último longão foi a Maratona de Porto Alegre de 2010. A maior distância que corri este ano havia sido a meia-maratona Golden Four Asics de BH.
Então? Como fazer uma maratona com tão pouco volume? Resolvi usar a estratégia de correr e andar do Jeff Galloway: GalloWalk.
Esta ideia me surgiu pois minha amiga, Cristina, estava se preparando para estreiar na Maratona de Paris, em 15/04/2012, mas não estava dando conta dos longões prescritos pela assessoria. Ela me pediu dicas. Lembrei-me da estratégia do Galloway e deste texto que ensina, não corredores, a hackearem uma maratona. Disse que ela podia seguir todas as dicas dos hackers, exceto tomar os 4 Advil antes da prova.
Bem, resolvi eu também experimentar a teoria do Galloway. Segundo ele, os períodos de caminhada não prejudicam seu tempo final pois nos intervalos de corrida você corre com um pace mais rápido do que estaria se estivesse só correndo. Além disto, você se poupa pois usa grupos musculares diferentes, assim a fadiga chega depois e você se recupera melhor da maratona. Pude comprovar isto na prova e no day after.
Existem sites com calculadoras de pace para GalloWalk. Por padrão se corre por uma milha (1.609m) e se anda por 1 minuto, repetindo-se este ciclo 26 vezes. Utilizei esta aqui e coloquei como meta o tempo de 3h37m para conclusão, ou seja, recorde pessoal! Então descobri que deveria correr por 7m18s e andar por 1 minuto. Meu tempo final de 3h40m33s foi melhor do que os da Maratona de São Paulo, 3h41m12s, e da Maratona de Curitiba, 3h48m40s. Acredito que só não bati o recorde pessoal de 3h37m40s da Maratona de Porto Alegre pelos seguintes motivos:
- a altimetria da prova é bem pior;
- a temperatura média da prova foi muito mais alta;
- parei no Km 4,5 (ainda na Cidade Admnistrativa) para ir urinar no banheiro químico;
- corri ao lado e conversando com alguns amigos no início da prova, aí fazia o pace deles e não o meu.

A parte mais chata de usar esta estratégia é ficar ultrapassando e sendo ultrapassado pela mesmas pessoas, principalmente no início de prova. Um dos amigos que corri ao lado, no início de prova, foi o Ricardo. Na quarta vez que o alcancei brinquei que íamos decidir a maratona no sprint final, e ele disse que era para mim ir embora pois aquela estratégia o estava cansando, ao me ver andar, na maciota, e depois alcançá-lo e ultrapassá-lo na corrida!
Outro ponto é que andar ao final de uma maratona, depois do MURO, é normal. No entanto, quando você já começa a andar no início, algumas pessoas lhe perguntam se você está passando bem, se precisa de ajuda. Eu dizia que estava tudo bem e explicava que minha estratégia para a prova era aquela mesma: correr e andar, correr e andar.
Ao me verem correndo descalço, a maioria das pessoas me perguntam: "mas não machuca o pé?". Pois bem, corri uns trechos ao lado de um paulista que me abordou numa descida perguntando: "mas não suja o pé?". Kkkkk. Ele correu descalço na infância/adolescência e hoje corre com tênis baixinho, confessou que o tênis com amortecimento fazem o joelho dele doer. Ele achou que a estratégia de correr e andar podia dar certo. E deu! No dia seguinte desci escadas sem problema! Hehehe
Acho que para provas menores de 5Km e 10Km esta estratégia não será útil. Mas pretendo experimentá-la em uma meia-maratona. Ajustando os períodos de corrida e caminhada, acho que é possível um recorde pessoal na meia desta forma. E, para maratonas, é minha tática daqui prá frente. Só correrei maratonas assim: descalço e Gallowalking. A próxima será a Maratona do Rio em 08/07/2012 e buscarei meu recorde pessoal!
FOTO: Ao final da maratona com Daniel Xavier.
CRÉDITO:
http://reviewrun.blogspot.com/ (Daniel Xavier) / CC BY-NC-ND 3.0

Terça-feira, Agosto 23, 2011

Circuito de Corridas da Caixa 2011 - Etapa Fortaleza/CE

Estive em Fortaleza no período de 12 a 16 de agosto e participei, no dia 14, da Etapa Fortaleza do Circuito de Corridas da Caixa. Lá conheci pessoalmente alguns corredores. Uns já veteranos da corrida descalça, como o Fernando Mineiro, outros iniciantes ou que já usaram a corrida descalça no treinamento, como a Lia e o Alexandre. Conheci também o pessoal da CTA Assessoria e da Movimento Integral Academia. Ambas utilizam a corrida descalça como parte do treinamento dos seus alunos. O encontro como a CTA foi proporcionado pela Lia que também contribue com o blog Tempo de Correr, do jornal O Povo. Desta forma, ela ajudou a divulgar a corrida descalça e minha presença lá com este post. E uma divulgação maior foi dada pelo jornalista Hamilton Nogueira, responsável pelo blog e pela coluna Tempo de Correr que é publicada aos sábados no jornal impresso. Na edição do dia 20 de agosto saiu uma nota na coluna, esta pode ser lida na imagem abaixo que obtive no site do jornal. Clique na imagem para ampliar.

Oops! E antes que eu esqueça meus resultados na prova foram:
Tempo líquido: 42:42
Classificação Geral Masculino: 90 de 761
Classificação na Faixa Etária M4044: 15 de 118

Domingo, Julho 17, 2011

Na Pele ou Na Borracha?

O jornal Estado de Minas, em sua edição dominical, dia 17/07/2011, publicou matéria sobre correr descalço. Um fisioterapeuta, um ortopedista e este corredor descalço foram ouvidos pelo jornalista. A matéria saiu no caderno Bem Viver. Foto da mesma encontra-se abaixo, clique nela para ampliar e tornar o texto legível:

Quinta-feira, Maio 26, 2011

Pé no Chão

Edição de Maio/2011 da Revista Corredores S/A (ano 9 número 98) publica matéria sobre a corrida descalça. Apareço em destaque na revista como um dos praticantes da modalidade. As imagens abaixo reproduzem a página título da matéria e a página onde apareço. Clique nas imagens para ampliá-las e tornar legível o texto.

Sexta-feira, Maio 13, 2011

Portal iG publica matéria sobre correr descalço

De autoria da jornalista, e também corredora, Yara Achôa, fui publicada hoje na seção Saúde do portal iG uma matéria sobre corrida descalça. O texto pode ser lido neste link do iG . Abaixo está a captura da página de abertura da seção Saúde:

Segunda-feira, Abril 18, 2011

Pisada Natural

Edição de Abril/2011 da Revista O2 publica matéria sobre calçados minimalistas e a corrida descalça. Um dos entrevistados fui eu. Na foto abaixo aparece o trecho do texto aonde fui citado:
"... Depois de dois anos sofrendo com as dores na canela, ..., decidiu experimentar correr descalço. ... bastava tirar os calçados para seus incômodos sumirem. ..."

Segunda-feira, Janeiro 31, 2011

XXIX Volta ao Cristo - Poços de Caldas/MG - Não tem como não andar!

Apesar de não treinar usualmente em subidas, lá fui eu em uma excursão da Casa do Corredor para esta tradicional prova em Poços de Caldas/MG. Saída na sexta (28/01/2011) as 22:30h. Total de 30 pessoas no ônibus, sendo 27 corredores e 3 acompanhantes.
Viagem pela noite/madrugada, chegada ao amanhecer, retirada do kit as 8h. Depois o resto da manhã foi para aproveitar o toboágua, a piscina e a piscina aquecida do Hotel Nacional Inn. Uma cochilada na parte da tarde para compensar o sono de baixa qualidade de se dormir no ônibus, uma caminhada pelas proximidades do hotel, mas sem muito turismo pela cidade. Nunca havia ido a Poços de Caldas, mas evitei de conhecer o Cristo na véspera para não ficar assustado com a subida!
A prova são 16 km no total, a largada ocorre do lado de fora do Estádio Municipal Ronaldão a 1200m de altitude. A elevação máxima é após o Cristo, na direção de algumas antenas a 1680m. Os primeiros 5 km são praticamente planos, depois seguem-se 4 km onde se ganha um aclive de mais de 400m. Estes trechos são asfaltados, com um trecho de menos de 100m de calçamento na chegada ao Cristo. A seguir, próximo ao topo, inicia-se uma estrada de terra cascalhada, 100m dela ainda subindo para atingir o cume e os próximos 3km em forte descida. Terminado o cascalho, reinicia-se o asfalto até a chegada em brita fina na pista dentro do Estádio Municipal.
Sabendo que o trecho cascalhado não era para descalços levei o Vibram FiveFingers nas mãos para usá-lo lá (uma atleta da excursão, a Lili, teve o tênis perfurado por uma pedra no ano anterior).
Antes da largada conversei com alguns atletas da equipe DiQBem de Divinolândia/SP. Eles estiveram na Volta da Pampulha 2010 e me "conheciam" pois assitiram, no YouTube, o vídeo dos Corredores Descalços na Volta. Me convidaram a aparecer lá em junho e correr a Mini Maratona Cidade de Divinolândia de 10km. No trecho plano inicial passei algumas informações sobre treinar descalço para uma atleta (não sei o nome) também de BH. Ela me abordou pois estava interessada no assunto após ler o livro Born to Run (Nascido para Correr - Ed. Globo). Tive que fazer uma pausa logo em seguida, é que entrou um caquinho de vidro na almofada do meu pé esquerdo. Felizmente consegui retirá-lo usando um dos alfinetes que prendia o número de peito. Este é um dos riscos de se correr descalço, mas quase sempre o corte é tão pequeno que não atrapalha (e realmente não atrapalhou) em nada o restante da prova. No início da subida reconheci, "conheci" pessoalmente e troquei rápidas palavras com a jornalista Yara Achôa da Revista Contra-Relógio.
Cheguei à subida com a intenção de correr o máximo sem apelar para a caminhada. Comecei bem, consegui ir até a distância de 6730m contados a partir da largada. Neste momento, ninguém mais ao meu redor corria, todos andavam. O psicológico pesou mais que o físico, acabei andando também. A partir daí passei a fazer um "intervalado" na subida. Andava e corria. Fui marcando voltas no GPS para quantificar o quanto tinha andado ao final. Somei um total de 1310m andados na subida da Serra de São Domingos. Eita subinha! Vejam as fotos: todo mundo andando! Kkkkk.
É verdade que o pessoal que corre na frente não anda na subida. Alguns da minha excursão não andaram, mas lá só tinha elite! Entre eles tivemos 4 pódios na faixa etária: Vanderley, primeiro na M1924; Janaína, segunda na F2529; Lili (Roseli), segunda na F3539 e Hideraldo, terceiro na M4549.
Chegando ao Cristo passei pelo tapete de controle do chip, peguei a água e sentei no meio-fio para calçar o Vibram FiveFingers. Era a hora de descer pelo cascalho.
O pessoal aproveitou para descontar na descida, fui ultrapassado por várias pessoas. Decidi descer mais conservador, o risco era grande de uma pisada em falso, uma torção ou um escorregão naquelas pedras. Terminada a estrada de terra parei na primeira sombra e retirei os VFF. No asfalto descontei também e fechei com o tempo bruto de 1h33m14s.
A única falha da prova é a falta de tempo líquido. Não há um tapete e uma linha de largada, de resto a organização foi perfeita por um preço justo: R$35,00. O kit consta apenas do chip e do número de peito, pois a medalha e a camiseta da prova são entregues apenas aos concluintes. Cidade agradável, trânsito fechado, população nas ruas apoiando os corredores, prova altamente recomendada, apenas lembre-se de treinar (e muito) subidas longas antes de ir. ;-)

PS: Vídeo interessante feito por outro corredor (o Márcio Cabral) na 29a. Volta ao Cristo 2011:

Quarta-feira, Janeiro 12, 2011

Novamente correndo com o FiveFingers em Santiago/RS

Participei este ano novamente da rústica e minirústica pelo aniversário da cidade de Santiago/RS. A prova foi no domingo, dia 09/01/2010. Foi a sexta edição: "127 anos da cidade de Santiago". Novamente não fui descalço mas usando o Vibram FiverFingers. O trecho de cascalho dos anos anterior não existe mais pois a prefeitura fez o calçamento dele. Outra inovação deste ano foi a apuração por código de barras, antes era totalmente manual. Gastei 48:27 pelo resultado oficial que pode ser visto neste link. Um desempenho bem pior que o ano passado pois filmei trechos da prova. O vídeo que fiz está abaixo. Convido-o a assistí-lo.

Terça-feira, Janeiro 04, 2011

Entrevistado pela Revista Época


No dia 27/12/2010 fui entrevistado, pela repórter Francine Lima da Revista Época, a respeito de correr descalço. Saiu uma máteria, sobre o assunto, na edição impressa no. 659 nas páginas 83 a 85. A matéria também está disponível online no neste link. Infelizmente meu sobrenome saiu grafado errado (Litorati).
O trecho onde fui citado está circulado em vermelho na imagem acima. Click na imagem para ampliá-la. De qualquer forma, reproduzo abaixo o trecho onde fui citado:
“Eu corro descalço há cinco anos, e a dor que eu tinha na canela desapareceu”, afirma Leonardo Litorati, de 43 anos, que mora em Belo Horizonte. Ele já disputou duas maratonas descalço, com intervalo de três semanas entre elas.